Le Santé

Câncer de ovário – Uma doença silenciosa

12 de abril de 2018

A maioria das mulheres tem um ou mais fatores de risco para o câncer de ovário. Uma doença silenciosa e de difícil detecção.
O que se sabe sobre a ameaça do tumor ainda não foi traduzida em formas práticas para a prevenção. Pouco se sabe sobre como reduzir o risco do carcinoma de células germinativas e tumores estromais do ovário.  Algumas prevenções reduzem ligeiramente o risco, enquanto outras podem diminui-ló ainda mais.

• O uso de Contraceptivos Orais é um dos meios para diminuir os riscos de câncer no ovário:

Mulheres que fizeram o uso de pílulas anticoncepcionais por 5 anos ou mais tem as chances diminuídas em 50% em relação a mulheres que nunca usaram qualquer tipo de contraceptivo orais. Porém, as pílulas anticoncepcionais podem gerar alguns riscos e efeitos colaterais. É importante manter-se informada com seu médico sobre os perigos e benefícios do uso desses medicamentos.

• Cirurgias são alguns dos meios para reduzir a possibilidade de tumor no ovário:

As operações só devem ser feitas por razões médicas, e a Laqueadura tubária como a histerectomia é uma das opções. Caso seja necessária a cirurgia por motivos médicos e um forte histórico familiar de câncer no ovário ou de mama, deve considerar a retirada dos ovários e das trompas de Falópio no mesmo procedimento. Mulheres que estão perto ou já passaram da menopausa, mesmo sem riscos de desenvolver o problema, é indicado por médicos a retirada dos ovários junto com o útero para evitar futuras complicações.
Pessoas com alto risco devem fazer a ooforectomia, removendo os ovários e diminuindo a chance do tumor, porém isso não elimina totalmente a probabilidade da doença. Isso porque a paciente já está com câncer no momento da cirurgia.

• Mulheres com histórico familiar de câncer no ovário:

O teste genético é uma das formas para saber se existe mutação genética que gere a doença. Entretanto, os resultados nem sempre são claros, e um geneticista pode interpretar o significado dos resultados para você. Mulheres com mutações BRCA 1 e BRCA 2, podem ter os riscos reduzidos com o uso de contraceptivos orais.